Policiais Rodoviários, Motoristas e Motociclistas Homenageados

 
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A Associação dos Empreendedores do Riacho Grande, em parceria com o Rotary Clube e Lions Clube SBC – Riacho Grande e Empresários da região homenagearam o Dia do Policial Rodoviário que é comemorado no dia 23 de Julho e do Motorista no dia 25 de Julho.
O evento foi realizado na Cantina e Restaurante Ramos 29 com um Jantar e show sertanejo e entrega de certificado aos Homenageados.
Policiais Rodoviários Homenageados:
Cel PMRv RES Romeu Takami Mizutami
 1º Ten PM Luis Antônio Caria Cajaíba;
 1º Ten PM Eduardo Aparecido Zampronio;
 Asp Of PM Rafael Fantini;
 2º Sgt PM Clodoaldo Torres dos Santos;
 Sd PM Marcelino José Mendes ;
 Sd PM Luiz Fernando Andre;
 Sd PM Daivid Inacio da Silva.
Sd PM Rafael Estevam de Oliveira             
CbPM Paulo Cézar de Souza.

Motoristas Homenageados:
Mario das Graças Batista – SBC Trans
Heleno Antôno de Oliveira – SBC Trans
Alexandra Boução Cunha – Altrans Transportes
Maria Daguia de Silveira– Altrans Transportes
Iara Aparecida Vieira– Altrans Transportes
Eva de Loudes Pimenta– Altrans Transportes

Motociclista Homenageado:
Edmundo Freitas – Motoclube Os Impossíveis

 
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Dia do Policial Rodoviário

No dia 24 de julho de 1928, presidente Washington Luiz, através do Decreto nº 18.323 - que definia as regras de trânsito à época, criou a primeira força policial voltada exclusivamente à segurança rodoviária com a denominação inicial de "Polícia de Estradas". As atividades iniciais desse órgão voltaram-se principalmente à fiscalização das rodovias Rio-Petropólis, Rio São Paulo e União Indústria, com a atuação de cerca de 450 "vigias" da Comissão de Estradas de Rodagem (CER) coordenados por Antônio Felix Filho, nomeado inspetor de tráfego e considerado o 1º Patrulheiro Rodoviário Federal.
Em 1935, Yeddo Fiúza, o Engenheiro-Chefe da Comissão de Estradas de Rodagem, hoje DNIT, indicou Carlos Rocha Miranda para organizar a estrutura da Polícia das Estradas, tendo em Antônio Felix Filho, o "Turquinho " como ficou conhecido, o seu maior auxiliar. Juntos criaram, no dia 23 de julho de 1935, o primeiro quadro de policiais rodoviários, denominados, à época, "Inspetores de Tráfego". Eram eles: Antônio Wilbert Sobrinho, Alizue Galdino Neves, Ranulpho Pereira de Carvalho, Manoel Fonseca Soares, Nicomedes Rosa e Silva, Waldemar Barreto, Adelson José dos Santos, Manoel Gomes Guima-rães, Pedro Luiz Plum, Mário Soares, Luciano Alves e Nelson Azevedo Barbosa, os quais originaram a Polícia Rodoviária Federal, motivo pelo qual na data se comemora o Dia do Policial Rodoviário.
Em São Paulo, a atividade de Policiamento Rodoviário era executada por componentes da extinta Guarda Civil que, em 2 de abril de 1928, implementou os seus serviços através da criação de uma pequena Divisão de Policiamento Rodoviário, que atuava nas estradas de chão batido, em meio ao desconforto da lama e poeira que caracterizavam o ambiente de trabalho desses pioneiros.
Em 1947 o Governo Paulista entregou ao tráfego uma auto-estrada com características arrojadas para a época – a Via Anchieta (SP 150). O volume de tráfego de então, foi duplicado no primeiro ano, sendo necessário disciplinar o trânsito, orientar e auxiliar os usuários e policiar de forma mais efetiva as estradas que começavam surgir a partir da Capital, acompanhando o desenvolvimento do Estado e tornando imprescindível a maior presença ostensiva do policiamento nas estradas de rodagem da época.

Diante desse contexto, pelo Decreto Estadual nº 17.868, de 10/01/48, sendo Governador do Estado de São Paulo o Dr. Ademar Pereira de Barros, foi criado o chamado Grupo Especial de Polícia Rodoviária, com um efetivo de 60 homens, alguns ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira, comandados pelo 1º Tenente José de Pina Figueiredo, da Força Pública, os quais foram destacados, inicialmente, para atuar na então recém inaugurada SP 150 - Rodovia Anchieta. Estabelecia-se então a Polícia Rodoviária Paulista como órgão vinculado ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER) que integrava a Secretaria de Viação e Obras Públicas.
 

História de São Cristóvão

São Cristóvão é o protetor dos juninas e dos viajantes. Viveu provavelmente na Síria e sofreu o martírio no século III. "Cristóvão"significa "Aquele que carrega Cristo" ou "porta-Cristo". Seu culto remonta ao século V. De acordo com uma lenda, Cristóvão era um gigante com mania de grandezas. ele supunha que o rei a quem ele servia era o maior do mundo. Veio a saber, então, que o maior rei do mundo era Satanás. Colocou-se pois, a serviço deste. Informando-se melhor, descobriu que o maior rei do mundo era Nosso Senhor. Um ermitão mostrou-lhe que a bondade era a coisa mais agradável ao Senhor. São Cristóvão resolveu trocar a sua mania de grandeza pelo serviço aos semelhantes. Valendo-se da imensa força de que era dotado, pôs-se a baldear pessoas, vadeando o rio. Uma noite, entretanto, um menino pediu-lhe que o transportasse à outra margem do rio. À medida que vadeava o rio, o menino pesava cada vez mais às suas costas, como se fosse o pedo do mundo inteiro. Diante de seu espanto, o menino lhe disse: "Tiveste às costas mais que o mundo inteiro. Transportasse o Criador de todas as coisas. Sou Jesus, aquele a quem serves".


0RAÇÃO - " Senhor, que dissestes: "Quem vos recebe, a mim recebe"; e mais: "Quem não toma a sua cruz e me segue, não é digno de mim", fazei com que o bem-aventurado mártir São Cristóvão aumente em nós o amor de vosso nome e tenhamos a felicidade de ver-nos em nossos irmãos no caminho da vida. Amém".

ORAÇÃO - "Dai-me Senhor, firmeza e vigilância no volante, para que eu chegue ao meu destino sem acidentes. Protegei os que viajam comigo. Ajudai-me a respeitar a todos e a dirigir com prudência. E que eu descubra vossa presença na natureza e em tudo o que me rodeia. Amém".
 
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