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Usar cinto de segurança no banco traseiro tem
de virar hábito, diz especialista em traumas

 
A resistência ao uso de cinto de segurança no banco traseiro e no transporte coletivo pode provocar, em caso de acidentes de trânsito, traumas graves como hemorragias internas, fraturas, lesões combinadas da coluna vertebral e da medula, observa Pedro José de Oliveira Melo, cirurgião geral, conselheiro da Central Nacional Unimed.
Somente sete em cada 100 passageiros usam o cinto de segurança no banco traseiro do carro, aponta levantamento da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.
 
 
Melo acrescenta que estes passageiros também podem se chocar contra os ocupantes dos bancos dianteiros, multiplicando as sequelas dos acidentes. “Todos os ocupantes dos veículos devem usar sempre cinto de segurança, mesmo em trajetos curtos.”
 
O especialista, que é diretor-adjunto de Recursos Próprios da Unimed Caruaru, lembra que o Brasil tem um dos maiores índices de utilização do cinto de segurança dianteiro. Mas há que adotar esta medida de segurança também nos bancos traseiros.
 
“Verifique sempre todos os cintos do carro, para que estejam prontos para ser usados. E exija que todos os passageiros os utilizem”, recomenda Melo aos condutores de veículos particulares, taxistas, motoristas de veículos solicitados por aplicativos etc.
 
 
Também seria fundamental que todos os ônibus e vans tivessem cintos para os passageiros sentados, e que isso fosse fiscalizado com rigor. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece que, além dos condutores, todos os passageiros têm de usar cinto de segurança, exceto nos ônibus de linhas urbanas que permitem o transporte de pessoas em pé.
 
“Nada impediria que, para os passageiros sentados, o cinto também fosse obrigatório, em nome da segurança veicular.”
 
Sobre a Central Unimed Nacional
A Central Nacional Unimed é a operadora nacional dos planos de saúde empresariais da marca Unimed. Sua carteira de clientes é composta cerca de 1,5 milhão de clientes de grandes corporações brasileiras. Também trabalha com PME e foco regional em Salvador, São Luís, Brasília e São Paulo. Em 2017, a Central Nacional Unimed registrou receita de R$ 5 bilhões (+6,9% em relação a 2016). É considerada uma das melhores empresas para se trabalhar e uma das melhores para se iniciar a carreira. Faz parte do Sistema Unimed, composto por 346 cooperativas médicas presentes em todo o território nacional, que compartilham os valores do cooperativismo e o trabalho para valorização dos médicos e da medicina.
 
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